quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Palmilha descascada

Nada mais chato do que comprar um sapato novo e, após poucas vezes de uso, perceber que a forração está descascando. Ultimamente isso tem sido recorrente, inclusive entre marcas caras: confeccionam a parte externa em couro natural, mas economizam no forro, usando material de péssima qualidade (uma espécie de pelica sintética fininha). Já tive esse problema em vários calçados adquiridos recentemente enquanto que, com os mais antigos, isso nunca acontecia.

Uma maneira que encontrei para amenizar essa chatice foi arrancar toda a 'pele' do forro (exatamente a parte que descasca). Só que, quando acontece na palmilha, arrancar a cobertura ficaria muito feio (além de encardir com o uso). Colocar uma palmilha de tênis comum também fica feio e deixa o sapato mais apertado (só é util caso ele esteja saindo do pé). Pensando nisso, tive ideia de comprar adesivo Contact (na cor mais próxima do calçado que encontrei): com auxílio de um molde, cortei 2 palmilhas e colei na sapatilha - dessa forma, ela não escapa quando ando e nem aperta, além da fácil manutenção; só limpar com um pano úmido, quando necessário. 









domingo, 23 de julho de 2017

Depois da Centopéia Humana, conheça a "Almôndega humana"

Com ares de "A Coisa" e uma criatura absolutamente bizarra, o curta experimental "Zygote" (estrelado por Dakota Fanning) é bem promissor:



(legendas disponíveis no YouTube, clique para mostrar)


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Creepy

Em apenas 7 minutos, o video de "Land of Outcasts", do Reutoff (Rússia) consegue ser muito mais tenso e assustador do que a maioria dos filmes de horror e suspense por ai.



quinta-feira, 25 de maio de 2017

Utumno



Grafite, 36 x 24 cm (clique no post pra ver em detalhes).

domingo, 30 de abril de 2017

Você se lembra da cadela Laika?

Em 3 de novembro de 2017, serão completos 60 anos desde que o primeiro ser vivo foi lançado à órbita terrestre - a cadela 'Laika'. No entanto, a história por trás desse feito é triste. Laika foi enviada deliberadamente para morrer: os cientistas sabiam que a pequena cápsula em que ela seria inserida não poderia ser recuperada, já que tal tecnologia ainda não existia em 1957. 

O artista dinamarquês Trentemoller fez um tocante vídeo baseado na história de Laika:




domingo, 16 de abril de 2017

The INTJ Pope

A série 'The Young Pope' poderia facilmente se chamar 'The INTJ Pope' (se você não entendeu: https://pt.wikipedia.org/wiki/INTJ)

Aliás, acabo de constatar que o dito-cujo é na verdade Sauron reencarnado:




terça-feira, 21 de março de 2017

Botülistum

Poderia tentar descrever o impacto de quando escutei Botülistum pela 1a vez, mas prefiro deixar aqui essa excelente definição de "Moord En Pootslag" por Ariel Pink, que a encontrou no YT buscando por black metal extremo, e incluiu em sua playlist para a Pitchfork :



segunda-feira, 13 de março de 2017

Músicas para acompanhar "The Silmarillion"

Lista com músicas pra acompanhar a leitura de "The Silmarillion" e "The Book of Lost Tales" do Tolkien (ou qualquer coisa épica).





Aí tem de tudo: ópera, trilhas de filmes, música instrumental, eletrônica... a lista não se prende apenas a faixas clássicas, então não se espante com alguns nomes inesperados. Também não tem uma ordem especifica: coloquei os títulos conforme me lembrava. 

Paul Dinletir - Farewell To Earth

Dario Marianelli - V For Vendetta - Evey Reborn

Kevin Rix - New Beginning

Cliff Lin - Nemesis

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Urna Eletrônica: mais um embuste eleitoral

Assisti à palestra do professor Diego Aranha, atualmente na Unicamp. Eis aqui alguns detalhes cavernosos por ele revelados a respeito da nossa urna eletrônica dita "totalmente segura" pelo TSE:

- utilização de algoritmos antiquados e ineficientes, ensinados no PRIMEIRO ano de qualquer curso de computação APENAS para fins didáticos e que jamais deveriam ser adotados profissionalmente;
- não segue as mínimas práticas de segurança da informação, sendo bastante fácil pra qualquer pessoa com algum conhecimento em programação e acesso aos dados descobrir, por exemplo, qual foi o voto de determinada pessoa, através de ordenação e horário de cada voto, armazenado pela urna;
- mesários tem poder de votar no lugar de eleitores faltantes (foram encontradas evidências pela equipe que comprovam tal prática);
- criptografia inexistente: códigos que deveriam ser aleatórios - e anônimos - foram obtidos pela equipe de testes facilmente, pois usava-se como chave geradora o horário contido no próprio canhoto da máquina (anonimato mandou beijos);
- todos os fiscais são obrigados a filiarem-se a algum partido, não podendo ser apartidários.
- uma solução que evitaria fraudes, imprimir em papel os votos para conferência com os resultados das máquinas, foi vetada pela Dilma pois considerou-se que a despesa de 1,8 bilhões seria 'alta' demais - acontece que o próprio TSE fez a estimativa dos custos para implantar impressoras e, curiosamente, elas sairiam mais caras do que a própria urna: enquanto uma urna custa 1500,00 reais, segundo o TSE seria preciso investir 3500,00 reais em cada impressora (como o TSE controla tudo, não há como contestar ou verificar a veracidade dessa estimativa).
- o Brasil é único país que não adota impressão em papel como medida de segurança - tirando a Estônia, onde o voto é via internet, todos os demais possuem alguma forma de verificação física para atestar-se que o software da máquina funciona de forma honesta.

Resumindo: estamos à mercê de um sistema de votação sem qualquer transparência, máquinas programadas "nível estagiário", cheias de falhas básicas de segurança e altamente expostas a fraudes.


Para link com mais detalhes e entrevista dada a Danilo Gentilli, clique abaixo.


domingo, 18 de outubro de 2015

Literatura: Holocausto Brasileiro - Daniela Arbex

Confesso que minha paciência pra ler ultimamente anda às mínguas - ademais, são poucos os livros que conseguem me capturar de tal maneira em que fique imersa de verdade na leitura. 'Holocausto Brasileiro' - resultado do árduo trabalho de pesquisa jornalística de Daniela Arbex - é uma dessas raridades. Melhor livro que li (e reli) em muitos anos: aquele tipo em que, uma vez iniciado, não se consegue largar - no caso deste, motivada por tamanha indignação, incredulidade e revolta, crescentes a cada página.