sexta-feira, 27 de maio de 2011

Brindes graciosos.

Ganhei (melhor, minha irmã ganhou, já que a míope é ela) esses chaveirinhos fofos e zoiúdos duma ótica:  



  

Quando os vi assim, tão realistas (com direito a vasinhos sanguíneos e líquido dentro, se reviram que é uma beleza), fiquei doida.
Tinha azul, verde e castanho. Até mesmo piscavam luzinhas coloridas se levassem umas pancadinhas (ok, essa parte é gay). A mulher deu o azul. Nada cara de pau que sou, logo mendiguei mais um, verde. Porém achei mais prudente esperar quando minha irmã comprasse lentes pra pedir o último. Aí, completei a 'coleção':


O verde veio meio embaçado; deve ser catarata, coitado.

Até tentei usá-los nas minhas bolsas, mas depois que dei uma cacetada com o azul numa porta de vidro e o glóbulo azarado saiu rolando pelo chão (felizmente sem avarias, só se descolou do metal; arrumei com o santo Super Bonder) e, noutra ocasião, um pentelho xexelento de 5 anos no ônibus viu os dois zóio dependurados e passou a viagem toda futrucando neles, decidi manter os mimos em casa. Melhor assim, até que encontre um local seguro pra eles. Não são de verdade, mas amo meus penduricalhos de zóio mesmo assim. Meu favorito é o castanho, que na realidade tá mais prum vermelhinho alaranjado - me lembra o zôio tingido e empalhado (de verdade) no anel que postei aqui. Além do mais, esse não tem pisca-pisca firulento.